O Tao do Vinho
Um blog dedicado aos apreciadores do bom vinho e da boa mesa.
sábado, 5 de maio de 2012
Salmão ao molho de uvas pode?
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Ah, a pizza...
- 5 gramas de fermento biológico liofilizado (ou 10 gramas do fresco)
- 500 gramas de farinha
- Azeite - 4 colheres de sopa
- Sal
- Açúcar
- 250 ml de água filtrada
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Fácil, fácil: Croque Monsieur
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
A codorna recheada
Depois de tanto tempo sem escrever aqui no blog, trago uma preparação que aprendi com o chef Didier Labbé, lá do CT Brasserie. É um prato refinado, muito gostoso, mas um pouco trabalhoso pra quem não têm experiência de cozinha profissional. Mas sem dificuldades, sem recompensas, não é mesmo?
A codorna desossada eu comprei lá na Chic Chiken, no Leblon. Todos os outros ingredientes eu consegui ali pertinho, na Cobal do mesmo bairro. Eu utilizei cogumelos paris e shitake, cebola, mirepoix, bouquet garni, azeite trufado, bacon em fatias, aspargos frescos e flores comestíveis.
Pra fazer o recheio, refoguei a cebola em uma panela bem quente com óleo composto. Depois que elas murcharam, adicionei o cogumelo paris previamente batido no processador, junto com uma parte deles cortados em quatro, assim como o shitake. Pra finalizar, adicionei o sal e uma pequena quantidade de azeite trufado, já que o mesmo é bastante forte.
Pronto o recheio, confeccionei pequena bolinhas de 30 gramas, aproximadamente, que introduzi na parte inferior da codorna. Depois foi só fechar com o palito e envolver com uma tira de bacon. Servi em uma cama de aspargos previamente branqueados, com um molho bordelaise guarnecendo prato. O vinho foi o idefectível Montes Alpha carmenère.
Em tempo: eu assei a codorna em um refratário coberto com alumínio, por aproximadamente vinte minutos, e finalizei o bacon com um maçarico culinário.
domingo, 18 de setembro de 2011
Um oásis no semi-árido argentino - Mendoza
Mas não dá pra ir à Mendoza e não comprar vinhos. Conheci a Winery, loja super completa, com praticamente todos os vinhos argentinos. E, por acaso, no fundo da loja, tive a surpresa de comer num restaurante fantástico, denominado "EL 23", aludindo às vinte e três frases sobre vinhos, dispostas em quadros escritos a giz pelo restaurante. Muito charmoso. E barato.
Pouco antes de rumar a Buenos Aires, conferi uma taperia que só abre as vinte horas, mas vale muito a pena conhecer, a "Patancha". Fica em frente ao consulado brasileiro.
Mas, sem dúvida, se você estiver disposto a pagar um pouquinho mais, como em São Paulo, numa saída ocasional (podem se pasmar), conheçam o 1884 de Francis Mallmann. Fica dentro da vinícola Escurihela Gascon, a dez minutos do centro de Mendoza, e exige reserva com antecedência. Mas vale MUITO a pena. Comi uma bisteca gigante com chimichurri além de uma salada com burrata de entrada, mais um Kaiken Ultra cabernet sauvignon. Com sobremesa, drinks e uma dose deliciosa de jerez ultra dry (inferência minha), a conta deu 400 reais. E eu gostei.
domingo, 17 de julho de 2011
Paul Bocuse, a Nouvelle Cuisine e o seu melhor legado: Claude Troisgros
Já Flávia Quaresma, renomada patissière e com muito conhecimento de causa, nos mostrou o mundo de Lenôtre, que trouxe leveza e modernidade à pesada e antiga confeitaria francesa. Foi ele também quem criou o macaron.
Vale a pena destacar a importância do Sr. Bocuse, junto a Pierre Troisgros (pai de Claude), dentre outros, como "ativistas" do movimento supracitado, que tinha como objetivo subverter a tradicional cozinha francesa respeitando e utilizando os melhores ingredientes possíveis, conferindo delicadeza, beleza e leveza aos pratos. Coisas que vieram para ficar.